O grupo Nun´Álvares vai oferecer o seu espectáculo “Cantar Portugal - Povo do Meu País ao voluntariado da Delegação da Cruz Vermelha de Fafe.
No próximo domingo 5 de Dezembro, pelas 21h30, o palco do Teatro-Cinema de Fafe fica de novo à disposição do Grupo Nun´Álvares para mais uma actuação em dia Comemorativo do Voluntariado Mundial.
“Cantar Portugal” é um espectáculo maravilhoso, onde estão representadas diversas regiões deste país, com as suas danças e cantares. Uma representação com fins beneficentes com ingressos a 5€ que podem ser adquiridos no Posto de Turismo de Fafe ou na Delegação da Cruz Vermelha de Fafe. A organização espera uma forte adesão de público; pelo espectáculo que é muito bom e pela nobre finalidade implicada.
04 L I N H A O R I E N T E 東線
EXPRESSORIENTE DUO E CONVIDADOS Sexta-feira, 21h30
Preço: 2 €
Duração do espectáculo: 70’ (sem intervalo)
Classificação: M/6
Fundado em 2006 pelo guitarrista Carlos Lima e pelo flautista Gil Magalhães, o EXPRESSORIENTE DUO surgiu sob a égide de explorar repertório pouco comum nas práticas correntes das salas de concerto habituais. Contando, nas diversas apresentações já realizadas, tanto com obras originais como com transcrições e arranjos de diversas formas musicais, pretende-se, desde a sua formação, o interesse na pesquisa de um universo sonoro que sintetize as tradições ocidental e oriental.
Adentro de uma filosofia de intercâmbio com outros músicos, o ExpressOriente Duo alarga regularmente o seu repertório a obras com efectivos mais abrangentes. Surgindo da continuação desse desejo, o programa que ora se apresenta – 04 LINHA ORIENTE, surge como a possibilidade de um encontro entre compositores e intérpretes da cultura ocidental com o mundo e a cultura orientais.
Pedida a colaboração de dois compositores – Pedro Junqueira Maia e Rui Miguel Dias – foram feitas encomendas de duas novas obras que, de forma singular e individualizada, se sensibilizassem com os objectivos do ExpressOriente Duo e com as temáticas da proposta. A completar o projecto solicitou-se a colaboração de dois distintos intérpretes – a violoncelista Oxana Chvets e o percussionista Nuno Aroso que, num alinhamento pensado de forma a privilegiar uma variedade dos efectivos (desde a apresentação a solo, em duo, e em quarteto), estreará, em conjunto com o ExpressOriente Duo, as obras encomendadas.
Música 29 OUTUBRO Recital "CENTENÁRIO DA REPÚBLICA – A Música em 1910 " Vox Angelis
Sexta-feira, 21h30 Duração do espectáculo: 70’ (sem intervalo) Classificação: M/3
A Câmara Municipal de Fafe vai oferecer à comunidade local o recital “Centenário da República – A Música em 1910”, pelo grupo Vox Angelis, que tem lugar no Teatro-Cinema da cidade, na noite (21h30) desta sexta-feira, 29 de Outubro. Dado o cariz do espectáculo, o mesmo foi inserido no quadro das comemorações do Centenário da Proclamação da República que têm vindo a decorrer em Fafe. Os espectadores interessados podem levantar os ingressos no Posto de Turismo, como habitualmente ou, à hora do espectáculo, no Teatro-Cinema. Naturalmente, que apenas acederá á sala quem se munir do respectivo bilhete. Neste concerto, são executadas obras de compositores portugueses contemporâneos da Revolução Republicana (homens como Luís de Freitas Branco e Francisco de Lacerda, entre outros), bem como obras compostas precisamente na altura da Instauração da República. Pretende-se, com isso, fazer recuar o público a 100 anos atrás, através da audição da música que se interpretava naquela época e que muito fala da vivência cultural e, com isso, evocar historicamente os acontecimentos de 1910. Em palco vão estar sete músicos: os cantores Pedro Miguel Nunes e Maria José Carvalho e os intrumentistas Serguey Arutiunian (1º Violino), Larissa Shomina (2º Violino), Katarzyna Pereira (Viola d’ Arco), Jaroslav Mikus (Violoncelo) e Katherine Fiero (Harpa).
João Seabra e Miguel 7 Estacas interpretam o papel de dois velhinhos rezingões, o Batista e o Lopes, que frequentam o mesmo lar de dia. Durante cerca de uma hora e meia, discutem variados temas, desde lembranças da sua juventude à mais elevada tecnologia contemporânea, à boa maneira de um octogenário. Defendem exaustivamente as suas teorias sobre todos os assuntos, por mais estúpidas que sejam, sempre com um bom sentido de humor.
A conceituada banda portuense Trabalhadores do Comércio actua no Teatro-Cinema de Fafe, este sábado, 16 de Outubro, pelas 21h30, num concerto acústico, sem esquecer as suas origens do rock.
Em palco, a energia e o humor dos Trabalhadores acompanhará os temas que marcaram gerações, desta feita em versão acústica, e os novos temas que estão a chegar no novo disco de originais que a banda vai lançar no final de 2010.
Os Trabalhadores do Comércio são uma das mais antigas e icónicas bandas portuguesas, responsáveis por êxitos como "Chamem a polícia", "De manha eu bou ó Pom”, “Taquetinho ou lebas no fucinho”, “Tigres de bengala”, “Chabala do meu coraçom”, "Sim, Sou um gaijo do Porto”, entre outros...
Em 1979, Sérgio Castro e Álvaro Azevedo (elementos dos” Arte & Ofício”) criaram um projecto paralelo a que chamaram Trabalhadores do Comércio. Em 1980 foi editado um single de estreia intitulado “Lima 5”. O primeiro álbum – “Trip`s à Moda do Porto” – foi gravado em Londres e integra o sucesso “Chamem a Polícia!”, tema mais conhecido da banda.
Em 2008, e depois de mais de uma dezena de discos, os Trabalhadores do Comércio regressaram com novo álbum «Iblussom», composto por 14 faixas de originais ao longo de mais de uma hora de música.
Embora, oferecendo “um som menos característico”, continua a existir a aposta no rock com sotaque nortenho – “onde os ‘vês’ são completamente abolidos” –, como em “Binde ber istu” ou a composição que dá nome ao disco, “Iblussom”.
O espectáculo tem a duração de uma hora e meia e o ingresso custa apenas 5 euros.
Um espectáculo que vai marcar a programação de Outubro do nosso Teatro-Cinema.
Preço: 3 € Duração: 60’ (sem intervalo) Classificação: M/6
«No livro quinto da Compilação, «que he das trovas &cousas meudas», vêm as «trovas de Gil Vicente em nome de Maria Parda fazendo pranto porque vio as ruas de Lixboa com tam poucos ramos nas tavernas & o vinho tam caro & ella nam podia viver sem elle».
As trovas de Gil Vicente sobre o pranto de Maria Parda constituem uma composição neste género faceto de cancioneiro. Por forma intensamente cómica, consegue Gil Vicente dar-nos um tipo popular de ébria, certamente muito conhecido nas vielas de Lisboa quinhentista. Estas trovas deveriam ter surgido como a condensação das lamentações dos bebarros, nesse ano funesto de vinte e dois, no qual, como no anterior, «por falta de agoa e polla secura do tempo, foy em toda Espanha excessiva a esterilidade».
Tendo visto vaguear pelo escuro das ruelas a figura desgrenhada e andrajosa de Maria Parda, a farejar nos antros das tabernas as exalações ácidas das pipas vazias, Gil Vicente pretendeu tirar da própria dor popular a gargalha do seu remédio.
Ficha técnica:
Autor: Gil Vicente, texto acrescentado de A. M. Pires Cabral
Dramaturgia, Espaço Cénico e Encenação: David Carvalho
Actores: Anita Pizarro, Bibiana Mota, Helena Vital, Bruno Teixeira e Victor Santos
Guarda-Roupa: Helena Leitão
Direcção Técnica: Carlos Carvalho
Luz e Som: Diogo Medeiros
Produção/Recursos Humanos: Cristina Carvalho
Comunicação/Relações Públicas: Silvina Lopes
29/09/10
MÚSICA 1 de Outubro
COMEMORAÇÃO DO DIA MUNDIAL DA MÚSICA
Orquestra Juvenil da Banda de Revelhe
Orquestra de Sopros da Academia de Música José Atalaya
Sexta-feira, 21h30
Preço: 2 €
Duração: 90’ (com intervalo)
Classificação: M/3
Para comemorar o Dia Mundial da Música, o município convidou a Orquestra Juvenil da Banda de Revelhe e a Academia de Música José Atalaya, de forma a abrilhantar o espectáculo de 1 de Outubro. Agradecemos a disponibilidade.
Programa
1ª parte
Orquestra Juvenil da Banda de Revelhe
Valencia passo doble – Gaetano Vinci
Mars - "The Planets" - Gustav Holst
The Phantom Of The Opera Medley - Andrew Lloyd Webber
Hallelujah - Arr: Frank Bernaerts
One Moment in Time - John Higgins
Carmen Miranda – Medley – Arr: Valdemar Sequeira
Ravanello – Marsch – W. Joseph
Direcção de Orquestra: Paulo Pereira
2ª parte
Orquestra de Sopros Academia de Música José Atalaya
Lord of the Dance - R. Hardiman /Arr. Frank Bernaerts
TinTin – “Prisoners of the Sun” - D. Brossé / arr. J. Meij
Pirates of the Caribbean - K. Badelt / arr. John Wasson
Classificação: Maiores de 12 anos Duração: 70 minutos Preço: 3 euros Teatro-Cinema de Fafe, às 21h30
Um olhar ácido, humorístico e inquietante sobre a indústria farmacêutica. (Hernán Gené)
Quem nos cura? São os remédios ou os santos? Será a Nossa Senhora dos Remédios? “Os santos são uns dos mais antigos efeitos placebo da história da medicina” diz o Guarda-Mor da Morgue dos Mortos de Marca. O que são os Remédios Santos? Remédios do povo, que vão curando ao longo de gerações, sem estarem sujeitos a qualquer tipo de patente. “É Remédio Santo!” disse a S’Joaquina do Outeiro ao dar a receita do remédio para tirar os cravos das mãozinhas do José Maria. “É remédio santo!” diz o técnico de vendas de uma farmacêutica sobre o seu medicamento para a epilepsia. Existirão princípios activos na indústria farmacêutica? Para tentar responder, três actores desdobram-se em múltiplas personagens e situações inspiradas em factos verídicos, construindo uma narrativa fragmentada, onde cabem histórias como a do José Maria e sua obsessão pelos cravos nas mãos, e a da Bayer e sua relação com personagens heróicos do séc. XX, como A. Hitler ou a Heroína, a substância. De santo não tem nada, mas o Riso continuará a ser mesmo o melhor remédio.
FICHA ARTÍSTICA Criação* e interpretação: Ángel Fragua, Noelia Domínguez e Sérgio Agostinho *com citações de George Orwell e excertos de Miguel Jara Iluminação: Paulo Neto Sonoplastia: Borja Fernández Adereços e Cenografia: Zétavares Produção executiva: Sara Ramalheira Co-produção: Teatro de Vila Real Direcção: Hernán Gené
A conhecida cantora Lena d´Agua vem a Fafe no próximo dia 25 de Setembro apresentar os seus maiores êxitos que marcaram a Música portuguesa, sobretudo nos anos 80.
Uma ocasião única para ver e ouvir Lena d'Água e o guitarrista Tahina.
Classificação: Para todos Duração: 90 m Preço: 5 euros Teatro-Cinema de Fafe, às 21h30
Mamma Mia é um musical baseado no recente filme de sucesso com o mesmo nome. Conta a história de Sofia, uma jovem noiva que deseja conhecer o seu pai no dia do seu casamento. Só que… depois de descobrir um velho diário da mãe, Sofia descobre que há 3 homens que podem ser o seu pai e decide convidá-los a todos, na esperança de o descobrir. Com músicas que fizeram furor por esse mundo fora nos anos 80, Mamma Mia é uma Produção da Academia de Música José Atalaya, com encenação de Carla Lopes e direcção musical de Ernesto Coelho. Uma comédia musical para todas as idades, plena de energia e boa disposição.
Elenco:
Ana Queirós, Rui Andrade, Carlos Meireles, Eurico Santos, Nuno Martins, Patrícia Franco, Nani Rios e Liliana Moreira
Ao longo dos seus 12 anos de existência, a escola bailado de fafe tem vindo a desenvolver o seu trabalho de forma a aproximar a escola, e a dança em particular, à comunidade onde se insere. A apresentação pública do espectáculo de encerramento do ano lectivo acontece neste âmbito mas é, sobretudo, o culminar de um ano de trabalho, onde alunos, pais, professores e colaboradores, se empenham nos preparativos para o momento em que todos os alunos têm oportunidade de subir ao palco e viver a magia de estar perante uma plateia. Este ano não poderia ficar indiferente a dois grandes nomes da dança que desapareceram recentemente: Merce Cunningham e Pina Baush, coreógrafos incontornáveis no século XX. O livro Princesas esquecidas ou desconhecidas de Philippe Léchermeier e Rébecca Dautremer serve de inspiração, numa espécie de manual de instruções sobre o imaginário de princesa e príncipes, surgindo gradualmente as personagens que se vão apresentar em palco.
Direcção Coreográfica: Alexandra Fonseca e Vera Santos Interpretação: Alunos da Escola Bailado de Fafe Participação Especial: Hugo Magalhães e Pedro Gomes Música: Meredith Monk, Kronos Quartet, Yo Yo Ma e Nuno Rebelo Figurinos: Alunos do Curso de Design e Marketing de Moda da U. Minho Cenografia: Lucília Silva Desenho de Luz: Henrique Miranda Produção: Escola Bailado de Fafe
A música é a minha grande paixão, a maior de todas as paixões.
Susana Cardoso considera a música um estado de espírito, cante fado ou folclore, música ligeira ou de grande ambiente, com a mesma força interpretativa. Nasceu para a música através de muitos festivais da canção regionais, vencendo a maioria deles. Em 2005, gravou o seu primeiro CD, onde se destaca o original Identidade Portuguesa, mas também os conhecidos Meu Corpo, Não passes com ela à minha rua e Procuro e não te encontro. Gravou depois o CD Fado das Divas, onde interpreta fados emblemáticos e que foi exportado para a Holanda. Tem actuado em inúmeras Noites de fado e em programas de televisão nos diversos canais.
Elenco: Susana Cardoso – Voz Samuel Cabral – Guitarra Portuguesa Nel Garcia – Viola de Fado André Teixeira – Contra-baixo (músicos residentes do “Portugal no Coração” e “Praça da Alegria”, da RTP1)
Carla Lopes e Miguel Costa são dois jovens pianistas fafenses que iniciaram os seus estudos musicais na Academia de Música José Atalaya onde concluíram os respectivos Cursos Complementares de Piano com a classificação de 20 valores. Têm trabalhado com pianistas internacionalmente reconhecidos (Eldar Nebolsin, Filipe Pinto Ribeiro, Galina Bolkovitinova, Rudolfo Rubino, Yuri Ananiev) e participado em diversos concursos, tendo sido premiados em todos eles. Actualmente, frequentam o Curso Superior de Piano na Universidade de Aveiro (a Carla no 2º ano e o Miguel no 1º) onde trabalham com o professor Álvaro Teixeira Lopes. Os jovens pianistas vão executar obras de J. S. Bach, F. Liszt, F. Chopin, M. Ravel, C. Debussy, W. A. Mozart e F. Schubert.
Queen foi uma banda de rock integrada por Freddie Mercury (vocal), Brian May (guitarra), Roger Taylor (bateria) e John Deacon (baixo). Foi uma das mais populares bandas inglesas dos anos 1970 e 1980, sendo precursora do rock tal como hoje o conhecemos, com magníficas produções dos seus concertos e videoclipes das suas canções. Mesmo nunca tendo sido levada a sério pelos críticos, que consideravam a sua música “comercial”, a banda tornou-se a das mais famosas entre o público, graças à sua mistura única entre as complexas e elaboradas apresentações ao vivo e o dinamismo e carisma da sua estrela maior, o vocalista Freddie Mercury.
Neste «A LIVE TRIBUTE TO QUEEN» é oferecida ao público mais de hora e meia com as interpretações dos grandes êxitos desta banda que, numa recente pesquisa realizada pela BBC, foi eleita como a melhor banda britânica de todos os tempos.
Elementos da banda: Alex Van True (Freddie Mercury) – voz/piano Jorge Sousa (Brian May) – guitarra Zé Fusco (John Deacon) – baixo Mário Duarte (Roger Taylor) – bateria
Homens de Escabeche é uma peça de teatro da escritora costa-riquenha Ana Istarú. Esta divertida obra conta a vida de uma mulher que vive em busca do grande amor da sua vida, “esse homem que possa conservar para sempre em escabeche”... Um texto vital, dominado pela emoção, contando como uma mulher, desde muito cedo, vai formando a sua concepção das relações amorosas através das mensagens que a sociedade lhe dá....
Ficha Artística e Técnica:
Autor: Ana Istarú Direcção / Encenação: António Feio Assistente de Encenação: Miguel Rosas Elenco: Joana Estrela e José Fidalgo Cenografia: Marta Silva Figurinos: Bárbara Gonzalez Feio Desenho de Luz: Júlio Filipe
É habitual, no final do ano lectivo, a Academia de Música José Atalaya apresentar à comunidade educativa e aos fafenses em geral o “resultado” das aprendizagens dos seus alunos, dos mais diversos escalões e nos mais variados instrumentos. As referidas actividades vão acontecer, este ano, em dois fins-de-semana consecutivos, o último de Junho e o primeiro de Julho, este destinado a apresentar um musical que a Academia está a produzir.
No último de Junho terão lugar os habituais concertos, assim distribuídos:
Dia 25 – Apresentam-se as Classes de Iniciação, bem como alguns Solistas, Classes de Conjunto e Agrupamentos de Música de Câmara.
Dia 26 – Apresentam-se Solistas, Classes de Conjunto e Agrupamentos de Música de Câmara.
Com sala cheia e muito animada, realizou-se o XIII Conccerto da Primavera com a organização do Coral Santo Condestável e a participação da não menos prestigiada Banda de Revelhe. Prata da Casa a fazer lembrar gloriosos serões de outrora no velho Teatro-Cinema.